segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

TRECHOS SELECIONADOS DO RELATÓRIO REFERENTE AO 2º SEMESTRE DE 2025

 Reflexões sobre a formação para a docência e relatos reflexivos das atividades realizadas

Trechos selecionadas pela profa. Alessandra Gomes



Todas as intervenções foram de grande importância e aprendizado, mas, trabalhar temas voltados para a consciência negra, que é algo tão violento em nosso país e no mundo, foi algo mais do que fundamental, foi perceber no olhar de cada criança presente, que a educação bem pensada e trabalhada, pode ajudar a melhorar o mundo. É necessário não esquecer das injustiças e violências que os povos africanos sofreram, mas, além de só reabrir feridas, podemos também ensinar sobre as coisas boas e belas que existem. E com isso, realizamos uma oficina que apresentava várias curiosidades dos povos africanos e afro-brasileiros, além de debater sobre o que é racismo e como podemos combater esses atos. JUCIANE SOUZA DOS SANTOS

 

Durante esse período, continuei tendo muitas reuniões presenciais com a coordenadora Alessandra Gomes, junto com os supervisores e outros bolsistas. Todos esses encontros foram muito importantes para me auxiliar nesses momentos em sala de aula, fornecendo orientações sobre os próximos objetivos a serem alcançados, tive momentos de aprender um pouco mais, tirar dúvidas, apresentar e contar como estava o andamento das nossas intervenções, discutimos sobre os desafios encontrados e compartilhamos experiênciasCAILANE VITÓRIA GOMES DOS SANTOS

 

A possibilidade de poder trabalhar temáticas sensíveis perante o olhar da sociedade é algo indispensável para qualquer professor que queira contribuir de forma positiva para a educação. É necessário que saibamos como abordar todos esses assuntos, tendo coerência e uma base teórica bem fundamentada, com princípios e finalidades significativas.JUCIANE SOUZA DOS SANTOS

 

Após um final de semana de planejamento, elaborei uma atividade relacionada com o tema em que estava sendo aplicado, agroecologia. Pude trazer explicações sobre o tema, junto com imagens, e em um papel pedi que fosse respondido a seguinte pergunta que escrevi no quadro: Se a terra pudesse falar, quais palavras ela usaria para pedir cuidado? E para completar junto a sua resposta pedi que fosse elaborado um desenho que retratasse o tema sugerido e sua resposta. Essa atividade além de trazer mais conhecimentos para as crianças, me ajudou a observar com mais cuidado o desempenho da escrita deles. CAILANE VITÓRIA GOMES DOS SANTOS

 

No segundo semestre de 2025 aconteceram duas Formações institucionais: “Antirracismo e valorização da diversidade na Educação Básica” e “Gestão democrática na educação básica”. Ao assistir as duas formações, percebi como elas se completam na minha compreensão sobre o papel do professor. Na primeira, ficou claro que a educação antirracista não pode ser tratada como um tema isolado, mas precisa atravessar todo o cotidiano escolar, valorizando a diversidade e enfrentando o racismo de forma constante. Já na segunda, entendi que a gestão democrática é essencial para que a escola seja realmente um espaço de cidadania, onde todos têm voz e responsabilidade nas decisões. O PIBID, nesse processo, aparece para mim como um lugar privilegiado de aprendizado, porque me permite experimentar na prática tanto estratégias de inclusão quanto formas de participação coletiva. Essas experiências me mostraram que a formação inicial não é apenas sobre aprender conteúdos, mas sobre assumir um compromisso ético e político com a transformação da escola em um ambiente plural, justo e democrático. JUCIANE SOUZA DOS SANTOS

 

Depois de analisar os erros ortográficos da atividade anterior, decidi investir bastante na escrita, e a segunda intervenção foi uma dinâmica de forma lúdica, titulada de “ditado surpresa”, que teve como objetivo fortalecer a ortografia e estimular a percepção visual e a memória, essa atividade consistiu em alguns papéis enumerados, em que dentro deles havia imagens diversas de brinquedos, frutas, lugares e animais que foram coladas no quadro, então o aluno escolhia um número, abria o papel, via qual era a imagem e escrevia o nome no quadro, aproveitamos o momento para fazer algumas correções do que eles estavam escrevendo. TAIANE EVANGELISTA SOARES

 

... mediei a Roda de conversa “Sobre vínculos, desejos e conquistas do PIBID”, onde discutimos estratégias pedagógicas do PIBID, oficinas para suprir lacunas de conhecimento e reflexões sobre preconceitos ainda presentes na educação. Para mim, o Reconcitec foi um espaço de diálogo, escuta respeitosa e protagonismo estudantil que marcou meu crescimento pessoal e acadêmico. Desde modo, com todas essas experiências no PIBID, acredito que estou em frequente desenvolvimento, tentando evoluir sempre de forma positiva, seja como educadora ou como ser humano. Os ensinamentos colhidos durante as reuniões, formações, atividades escritas e eventos, fortalecem cada dia mais meu interesse em ser professora.JUCIANE SOUZA DOS SANTOS

 

Com a intervenção inspirada no livro O segredo de Santinhapedi a cada criança que produzisse uma carta para as autoras Alessandra Gomes e Angela Grillo e para a ilustradora Camilla Novaes. Com um olhar pedagógico, elaborei essa atividade com foco no desenvolvimento da escrita e da ortografia, visando aprimorar a produção textual das crianças. Além disso, busquei estimular a criatividade e a expressão de sentimentos...TAIANE EVANGELISTA SOARES

 

Ser professora significa construir educação reflexiva, significativa e antirracista, combatendo desigualdades por meio de práticas lúdicas e culturalmente ancoradas, como as vividas no PIBID que testaram meu protagonismo e revelaram o potencial da sala como espaço de liberdade e mudança. Essa participação reforça minha dedicação, transformando desafios em memórias de afeto, cultura e evolução contínua. JUCIANE SOUZA DOS SANTOS

 

O tema Povos Indígenas foi um convite para ampliar olhares e romper com visões estereotipadas ainda tão presentes em nossa sociedade. Lemos o livro “Subindo pro céu - Mito dos índios bororo”, que contava um pouco da história de crianças indígenas que subiram para o céu o viraram estrelas e sobre as mães que caíam do céu e viravam animais de 4 patas. Além desse momento, exibimos vídeos que mostravam a cultura desses povos. Essa atividade teve como principal objetivo desenvolver nos alunos a consciência cultural, destacando que os povos indígenas fazem parte da nossa história, do nosso presente e merecem respeito todos os dias e não apenas em datas comemorativas. TAIANE EVANGELISTA SOARES


Sexta Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 10   de junho de 2026 , foi realizada a sexta intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do  G3 , dando continuidade à temática ...