sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Terceira Intervenção – Anderson Alves

Na terceira intervenção, foi realizado um momento cinema com a exibição do filme "O Menino que Descobriu o Vento". O objetivo da atividade foi mostrar aos alunos que os povos africanos também são criadores de conhecimento, cientistas e produtores de tecnologias, utilizando esses saberes para o bem da comunidade.

O filme conta a história de um menino africano que vive no Malawi e enfrenta, junto com sua família e sua comunidade, grandes dificuldades causadas pela falta de chuva e de alimentos. Mesmo com poucos recursos, o personagem principal usa sua curiosidade, inteligência e vontade de aprender para construir um moinho de vento. Essa invenção ajuda a gerar energia e a levar água para as plantações, melhorando a vida das pessoas ao seu redor.

Durante a exibição, o filme chamou bastante a atenção dos alunos. Eles fizeram perguntas sobre as cenas e demonstraram interesse pelas dificuldades vividas pelos personagens e pelas soluções encontradas. Ao longo do filme, fui explicando os acontecimentos e ajudando os alunos a compreenderem a história a partir de suas próprias experiências. 

Os alunos conseguiram entender a mensagem do filme e perceber que a ciência e a tecnologia podem surgir em qualquer lugar, inclusive em comunidades simples, principalmente a partir dos estudos. A atividade contribuiu para ampliar o olhar dos estudantes sobre a África e para valorizar os conhecimentos produzidos por seus povos






Segunda Intervenção - Anderson Alves

 Na segunda intervenção, a atividade foi sobre o processo histórico e atual dos povos indígenas deu continuidade ao aprendizado, com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a vida indígena, desconstruir crenças do senso comum, desenvolver a leitura e a escrita, ensinar a organização de cartazes e fortalecer o trabalho em equipe. A aula abordou os seguintes temas: Vida dos indígenas antes de 1500, A chegada dos portugueses e Preservação da diversidade e da cultura. O desenvolvimento ocorreu por meio da leitura de pesquisas, foram escolhidos alunos para a realização da mesma de maneira coletiva separada por cada grupo de forma sequencial. Em seguida, iniciou as orientações relacionadas aos desenhos feitos a mão, que dessa vez foram divididos pelos próprios grupos, depois de feito e pintados, recortaram para organizar a produção dos cartazesDurante o processo, alguns estudantes demonstraram dificuldades na organização das imagens e dos textos, além de insegurança na escrita, enquanto outros apresentaram maior agilidade na produção. Apesar dos desafios, todos os grupos concluíram seus cartazes com qualidade e criatividade, respeitando as particularidades de cada trabalho, e receberam orientações sobre pontos que poderiam ser aprimorados.

A apresentação frente a lousa não fazia parte do roteiro da aula, porém após findar a confecção dos cartazes, queriam apresentá-los, então dei oportunidade, o grupo se posicionou e cada um apresentou suas produções.

Esse trabalho, assim como o anterior, possibilitou a criatividade como base para a produção, valorizando os saberes e aquisição de conhecimento de maneira leve, a finalização com o sentimento de orgulho pelo trabalho produzido, e o querer expor na sala suas produções, mostrou que realmente apresentam apresso pelas atividades do PIBID.













Primeira Intervenção - Anderson Alves

A aula sobre arquitetura indígena iniciou-se com a apresentação do tema e orientações gerais, seguida de uma leitura coletiva voluntária, na qual os estudantes conheceram as definições das moradias indígenas e as informações necessárias para a construção das maquetes. A atividade contou com a participação de todos os alunos e foi marcada pela colaboração em grupo, favorecendo o desenvolvimento da criatividade, da leitura, da observação e a ampliação dos conhecimentos sobre os povos originários do Brasil. O trabalho coletivo fortaleceu o espírito de união entre os estudantes e proporcionou uma compreensão prática das formas de construção indígena. Para a confecção das maquetes, foram utilizados materiais naturais como galhos secos, cascas de árvores, cipós, folhas secas, palhas de bananeira, cascalhos, cana seca e folhas verdes. Durante a atividade, foram estudadas a oca, construção circular ou oval utilizada para moradia, alimentação e realização de rituais, e a palafita, estrutura de madeira coberta por palha, construída sobre a água ou em áreas alagadiças, especialmente em regiões de várzea da Amazônia.










 


Intervenções Mirela Sanches e Raíssa Dias

Intervenção – 20/10/2025

Leitura Compartilhada e Pesquisa: Conhecendo o Povo Bororó

Nesta intervenção, iniciamos com a leitura compartilhada de um livro, apresentando as imagens e dialogando com os alunos durante a leitura. Após esse momento, foi solicitado que registrassem no caderno questões que despertaram curiosidade.

Como desdobramento, os alunos realizaram uma pesquisa simples sobre o povo Bororó, ampliando seus conhecimentos sobre a cultura indígena e estimulando o respeito à diversidade étnica e cultural.








DIA 23/10/2025

Discussão da Pesquisa e Elaboração de Cartaz

No segundo dia da intervenção fizemos a discussão o da pesquisa junto aos alunos perguntado a eles as respectivas respostas. Em seguida iniciamos a elaboração do Mural, entregando papel com o formato de nuvens, e foi solicitado que eles fizessem um desenho de “O que eles queriam no céu deles”.

Após terem terminado, de um em um fomos colando na cartolina azul as suas nuvens, com o que cada um teria no seu céu.








Intervenção – 13/11/2025

Ancestralidade: Aprendendo com o Passado

Nesta intervenção, trabalhamos o tema da ancestralidade a partir da leitura do livro “Meu Avô Africano”. A atividade promoveu reflexões sobre identidade, memória e herança cultural.

Após a leitura, os alunos receberam imagens de lâmpadas, nas quais escreveram sobre alguém que deixou um ensinamento importante em suas vidas. A proposta possibilitou reconhecer a importância das gerações anteriores e dos saberes transmitidos ao longo do tempo.







Intervenção – 17/11/2025

Racismo e Linguagem: Construindo uma Consciência Antirracista

A última intervenção abordou o tema do racismo, utilizando o Dicionário Antirracista como recurso pedagógico. Apresentamos aos alunos termos que não devem ser utilizados e discutimos o impacto das palavras no cotidiano.

Em seguida, realizamos a Dinâmica do Alfabeto Antirracista, incentivando a reflexão crítica e a construção de atitudes mais respeitosas e conscientes, contribuindo para a formação de cidadãos comprometidos com a igualdade e a justiça social.







Aula da Saudade 11/12/2025

Pro Valdecy

A aula da saudade foi produzida pela prof Valdecy, foi um momento de relembra os bons momentos dos alunos e suas trajetória na escola Dr. Armando Libório. Foi uma manhã de muita alegria e muita emoção pois muitos encerrariam sua trajetória na escola este ano.  









Caderno Sem Rimas da Maria, Leitura, Identidade e Autoconhecimento por: Cailane e Taiane

A leitura do livro “O Caderno Sem Rimas da Maria”, escrito pelo autor Lázaro Ramos, na escola Vivalda foi uma experiência rica e sensível, que incentivou a leitura coletiva e o protagonismo dos alunos. A proposta foi realizada de forma compartilhada, onde cada criança lia uma parte da história, promovendo atenção, cooperação e envolvimento com o texto.







Após a leitura, os alunos participaram da atividade “Meu retrato, minha história”, na qual puderam se representar por meio de desenhos, destacando características como cor da pele, cabelo e olhos. Esse momento foi fundamental para trabalhar a autoimagem, a identidade e o respeito às diferenças.









Como fechamento, foi construído um cartaz coletivo com todos os retratos, simbolizando a diversidade presente na turma e reforçando que cada criança é única, especial e parte importante do grupo. A atividade contribuiu para o fortalecimento da autoestima e para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor e respeitoso.


















Consciência Negra, Identidade, História e Resistência por: Cailane e Taiane

A atividade desenvolvida sobre a Consciência Negra teve como objetivo valorizar a identidade, a história e a cultura afro-brasileira, promovendo vivências que possibilitaram às crianças reconhecer e respeitar a diversidade étnico racial desde a infância. A proposta buscou ir além do discurso, envolvendo os alunos em práticas significativas, lúdicas e reflexivas. Durante a vivência, as crianças tiveram contato com a história do povo negro por meio da leitura de uma linha do tempo e da exploração de painéis informativos com nomes importantes que marcaram a luta, a resistência e as contribuições da população negra para a sociedade. Esses momentos favoreceram o diálogo, a escuta e a construção coletiva do conhecimento.


Um dos destaques da atividade foi a oficina de máscaras africanas, na qual os alunos puderam conhecer o significado cultural dessas máscaras, compreendendo que elas representam identidade, espiritualidade, tradição e expressão artística em diferentes povos africanos. Após a contextualização, as crianças confeccionaram suas próprias máscaras, utilizando cores, formas e elementos criativos, vivenciando a arte como forma de expressão cultural e valorização da ancestralidade.



Além disso, foi realizada a oficina da boneca Abayomi, símbolo de resistência, afeto e memória ancestral. A confecção da boneca permitiu reflexões sobre história, cuidado e pertencimento, fortalecendo vínculos e promovendo o respeito às raízes culturais.



Essas experiências contribuíram para o fortalecimento da autoestima das crianças, para a valorização da cultura afro-brasileira e para a construção de uma educação antirracista, que reconhece a importância de trabalhar a Consciência Negra de forma contínua, sensível e significativa no ambiente escolar.






Sexta Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 10   de junho de 2026 , foi realizada a sexta intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do  G3 , dando continuidade à temática ...