terça-feira, 25 de agosto de 2026

3º Intervenção: Leitura do Livro “O Segredo de Santinha” e Produção Textual.

Escola: Rosalina Souza Binttecourt

Supervisor: Edson Melo

Coordenadora: Mariana Meireles

Bolsistas: Cailane Vitória e Taiane Soares


Agroecologia: Cultivando Tradições para uma Alimentação Saudável e a Preservação Ambiental.


Objetivo Específico: Reconhecer a importância da agricultura familiar, dos saberes populares e da cultura do campo, desenvolvendo a escrita por meio da produção de diferentes gêneros textuais relacionados à temática da agroecologia.


Aprendizagens Esperadas:

● Reconhecer a importância da agricultura familiar, dos saberes ancestrais e da cultura do campo para a sociedade e para a agroecologia. 
● Valorizar os conhecimentos populares e as tradições presentes na comunidade, estabelecendo relações com sua própria realidade. 

● Desenvolver habilidades de leitura, escrita e argumentação ao expressar ideias sobre o tema.


No dia 24/08/2026, demos seguimento às atividades do projeto de intervenção, no qual trouxemos como temática o livro O Segredo de Santinha, das autoras Alessandra Gomes e Ângela Grillo. Um livro muito enriquecedor, que conta a história de Maria dos Santos Oliveira, conhecida como Dona Santa, que faz parte da cultura do municio de Amargosa. 

Iniciamos a atividade apresentando o livro aos alunos e perguntamos se eles conheciam Dona Santa. Os alunos responderam que não. Então, mostramos quem era Dona Santa e explicamos que ela ficava na feira livre de Amargosa vendendo flores, plantas, chás e ervas medicinais.

Após esse momento, fomos escolhendo alguns alunos para realizarem uma leitura compartilhada, buscando aprimorar e estimular a pratica da leitura. Considerando que alguns alunos apresentam dificuldades na leitura, fomos auxiliando para que conseguissem realizar a leitura. Depois desse momento, conversamos um pouco sobre o livro e os alunos falaram o que acharam da história.

Para finalizar esse primeiro momento, fizemos uma pergunta norteadora sobre o livro e a agroecologia:

“O que o livro O Segredo de Santinha tem em comum com a agroecologia?”

As respostas dos alunos foram: as plantas, o solo e os animais.

No segundo momento, trabalhamos com o gênero textual notícia, conteúdo que já havia sido trabalhado anteriormente pelo professor Edson. Apresentamos aos alunos algumas notícias relacionadas à agroecologia, para que servissem como base para a construção de seus próprios textos.

Alguns alunos apresentaram certa dificuldade para compreender a proposta da atividade. Dessa forma, fomos explicando individualmente como ela deveria ser realizada e dando auxílio no momento da escrita.

Reflexão pedagógica

Durante a realização da atividade, foi possível perceber que alguns alunos apresentaram dificuldades tanto na leitura quanto na compreensão da proposta de escrita. Diante disso, foi necessário realizar um acompanhamento mais próximo, explicando novamente a atividade e auxiliando os alunos durante a escrita. Esse momento mostrou a importância de considerar as dificuldades apresentadas por cada aluno e oferecer o suporte necessário para que consigam desenvolver as atividades propostas. E mesmo oferecendo auxílio e explicação, alguns alunos não fizeram a atividade.


                                   Alguns registros

Apresentação do livro 







 







📚Segunda intervenção: Aprendendo na Prática: Quando o Projeto "A Casa da Vida" Encontra a Letra X

 Escola:  Escola municipal dom Florêncio sisínio  viera.

Turma: 1º ano B.

Supervisora: Naíra marambaia.

Coordenadora: Mariana Meireles.

Bolsistas: Laís Nunes e michel pereira.

Data da intervenção: 19/08/2026.

Título da intervenção:  Explorando a "Casa da Vida" e a Letra X: Relato da Nossa 2ª Intervenção no 1º Ano.



Objetivos da atividade.

  • Integrar o conteúdo programático da sala de aula (estudo da letra X e sua família silábica) com o tema socioambiental do projeto "A Casa da Vida".
  • Estimular a participação oral, a socialização e o raciocínio lógico através de uma dinâmica lúdica de categorização.
  • Promover a alfabetização e o letramento por meio do reconhecimento visual de letras, palavras e elementos da natureza.
  • O Favorecer o registro escrito coletivo e a mediação pedagógica da escrita.


Discrição da atividade.


Realizada na última quarta-feira com a turma do 1º ano da professora Nairá, a intervenção foi conduzida por mim e pela minha dupla, Michael. Para unir o livro do projeto (A Casa da Vida: Eu sou um solo vivo) com a letra X que está sendo estudada em sala, preparamos uma dinâmica lúdica com uma caixa misteriosa.


  • Dentro da caixa, colocamos misturados dois tipos de fichas e elementos:
  • Elementos do Solo: Itens como folhas, adubo e ilustrações de bichinhos (como a minhoca).
  • Palavras com a Letra X: Fichas contendo palavras iniciadas ou formadas com a letra X (como xícara, xarope, entre outras).


As crianças participaram em duplas de um sorteio tirando um item de dentro da caixa. Cada aluno mostrava o que encontrou para os colegas, identificava se era um elemento da terra ou uma palavra com a letra X, explicava sua função (por exemplo, a importância da minhoca ou da folha para o solo) e colava no lado correspondente do nosso cartaz interativo dividido. Para finalizar a intervenção, realizamos o registro escrito no quadro, escrevendo juntos as palavrinhas com a letra X e ajudando a turma a visualizar a forma correta da escrita.



Registros da atividade 





Reflexão pedagógica 📚

 

Ficamos extremamente felizes e realizados com o resultado desta aula! Ver o brilho nos olhos, o interesse e a participação ativa dos alunos nos mostra que é perfeitamente possível aliar o conteúdo curricular obrigatório a um projeto ambiental significativo. Essa abordagem lúdica não apenas facilitou a compreensão sobre as letras e o solo, mas também fortaleceu a autonomia e o entusiasmo das crianças pelo processo de aprendizagem. É muito gratificante ver a evolução deles e ter a certeza de que estamos no caminho certo para construir uma educação transformadora.




SEGUNDA INTERVENÇÃO – BRASILIDADE: SABERES DA TERRA E DAS PLANTAS

 Escola: Escola Municipal Professora Rosalina Souza Bittencourt

Turma: 4º A

Bolsista: Maria Lara

Supervisor: Edson Gomes

Coordenadora: Mariana Meireles

Data: 25/08/2026


Dando continuidade ao Projeto de Intervenção “Brasilidade”, realizei a segunda intervenção com os estudantes do 4º ano, trabalhando a temática “Saberes da Terra e das Plantas”. A atividade teve como foco conhecer alguns alimentos que fazem parte da cultura e da história do Brasil, relacionando-os aos conhecimentos sobre a terra, o cultivo e a alimentação.

Durante a atividade, apresentei aos estudantes alguns alimentos, como mandioca, milho, café e cacau, conversando sobre onde são encontrados, como são utilizados e de que maneira fazem parte do cotidiano e da cultura brasileira. Os estudantes puderam compartilhar conhecimentos e experiências que já possuíam sobre esses alimentos, principalmente aqueles presentes em suas famílias e comunidades.

Após a conversa, os estudantes realizaram uma atividade de registro, na qual puderam escolher um dos alimentos trabalhados e registrar informações sobre ele, além de desenhar e escrever uma curiosidade. A proposta também possibilitou conversar sobre a importância da terra, da água e dos cuidados necessários para a produção dos alimentos, aproximando o tema das discussões sobre agroecologia.



Para finalizar a intervenção, realizamos uma experimentação com o cacau. Os estudantes puderam conhecer e provar o alimento, compartilhando suas impressões sobre o sabor e a experiência. Alguns estudantes relataram que nunca haviam provado cacau antes, e demonstraram surpresa e curiosidade durante a experimentação, sendo que alguns disseram ter gostado e aprovado.



As produções realizadas durante a atividade foram destinadas ao Caderno Brasilidade, que vem sendo construído ao longo das intervenções como forma de registrar as aprendizagens e experiências vivenciadas pela turma.


Reflexão pedagógica

A segunda intervenção foi uma experiência significativa, principalmente por possibilitar que os estudantes relacionassem os conteúdos trabalhados com alimentos presentes em seu cotidiano e na cultura brasileira. A conversa permitiu que diferentes conhecimentos fossem compartilhados pela turma, mostrando que as experiências familiares também podem contribuir para as aprendizagens na escola.

A experimentação do cacau foi um dos momentos que mais despertou a curiosidade dos estudantes. O fato de alguns nunca terem provado o alimento possibilitou uma experiência nova e tornou a atividade mais participativa. A proposta também ajudou a mostrar que conhecer a cultura brasileira pode acontecer por meio de diferentes experiências, como conversar, pesquisar, registrar e experimentar.

sábado, 22 de agosto de 2026

2º ENCONTRO – INVESTIGANDO OS ALIMENTOS QUE FAZEM PARTE DA NOSSA ALIMENTAÇÃO (Thauan, Rosemeire)



 

No dia 18 de agosto de 2026, realizamos o segundo encontro do projeto. Como nesse dia tivemos a presença de 14 crianças, sendo que algumas não haviam participado do primeiro encontro, decidimos retomar parte da atividade anterior para que todas pudessem ter contato com a proposta.

Levamos novamente a caixa utilizada no primeiro encontro, mas acrescentamos novos alimentos, como manga, uva, batata-doce, couve, repolho e feijão ainda dentro da vagem. Também levamos embalagens de alguns alimentos industrializados e produtos processados, com o objetivo de relacioná-los aos alimentos naturais que já havíamos apresentado e ampliar a conversa sobre a origem dos alimentos e a alimentação saudável.

Entre as embalagens apresentadas, levamos, por exemplo, embalagens de suco de manga e de uva, farinha produzida a partir da mandioca, farinha de milho utilizada para o preparo do cuscuz e embalagem de biscoito de goiaba, entre outras. A intenção era mostrar às crianças que alguns produtos encontrados no mercado são produzidos a partir de alimentos que vêm da natureza.

Optamos por levar somente as embalagens dos produtos industrializados, e não os alimentos para consumo, porque a creche possui um cronograma de alimentação estabelecido pela nutricionista e existem cuidados relacionados à alimentação das crianças e às possíveis restrições alimentares. Dessa forma, as embalagens foram utilizadas apenas como recurso pedagógico para a observação e a investigação.

Nesse encontro, utilizamos como perguntas investigativas:
1. Quais desses alimentos vocês conhecem?
2. Quais costumam comer em casa?
3. Todos esses alimentos vêm da natureza?
4. Será que todos fazem bem para o nosso corpo?

A partir dessas perguntas, buscamos compreender o que as crianças já sabiam sobre os alimentos que fazem parte do seu cotidiano, quais costumavam consumir em casa e se conseguiam perceber diferenças entre os alimentos naturais e os produtos industrializados. A conversa também possibilitou introduzir, de forma adequada à faixa etária, a reflexão sobre alimentação saudável.

As crianças que haviam participado do primeiro encontro contribuíram principalmente identificando e falando para os colegas os nomes dos alimentos que já conheciam. Foi interessante perceber que as crianças que não haviam participado anteriormente também conseguiam identificar muitos dos alimentos apresentados, demonstrando conhecimentos prévios sobre eles.

Entretanto, alguns alimentos despertaram maior curiosidade. Um exemplo foi o feijão ainda dentro da vagem. Apresentamos a vagem às crianças e perguntamos se sabiam o que havia dentro dela. Em seguida, convidamos algumas delas a abrir a vagem para descobrir.

Quando abriram a vagem e perceberam que havia os grãos de feijão dentro, conseguiram identificar que se tratava de feijão e demonstraram surpresa ao descobrir onde o feijão ficava antes de ser retirado da vagem. Esse momento foi significativo, pois muitas crianças conheciam o feijão já pronto ou separado, mas não tinham observado como ele se apresentava antes de chegar à nossa mesa.

Outro momento muito significativo aconteceu quando observamos uma folha de couve que apresentava vários pequenos buracos e, nela, encontramos uma lagarta. Percebemos que os buracos presentes na folha eram marcas deixadas pela lagarta ao se alimentar.

Essa descoberta chamou ainda mais a nossa atenção porque, anteriormente, a professora Tailane havia contado para as crianças a história de uma “lagartinha comilona”. Ao encontrarmos a lagarta na folha de couve, percebemos a oportunidade de relacionar a situação real com a história que as crianças já conheciam.

Decidimos, então, apresentar a folha de couve com a lagarta para as crianças. Quando mostramos o animal, a reação foi de muita curiosidade e entusiasmo. Inicialmente, algumas crianças ficaram receosas e demonstraram um pouco de medo, enquanto outras ficaram bastante eufóricas, gritaram e quiseram se aproximar para observar a lagartinha.

Apresentamos a lagarta às crianças e conversamos sobre o que havia acontecido com a folha de couve, observando os pequenos buracos deixados pelo animal. Aproveitamos aquele momento para estimular a observação e a curiosidade das crianças sobre os seres vivos presentes na natureza.

Em seguida, explicamos que iríamos devolver a lagarta à natureza. A professora Tailane perguntou às crianças se elas gostariam de nos acompanhar para realizar a soltura. As crianças aceitaram com entusiasmo e, então, formamos uma fila e fomos até o jardim da creche.

Durante esse momento, tocamos na lagarta para mostrar às crianças que aquele pequeno animal, naquela situação, podia ser observado com cuidado e respeito. Depois disso, algumas crianças que inicialmente estavam com medo também se sentiram mais confiantes e tiveram coragem de tocar na lagarta, sempre com nossa orientação e supervisão.

Após a observação e o contato com o animal, soltamos a lagarta no jardim, devolvendo-a à natureza. Esse momento foi especialmente significativo porque surgiu de uma situação concreta e inesperada e permitiu relacionar a história da “lagartinha comilona” com a observação da natureza, a alimentação dos animais e o cuidado com os seres vivos. Também foi possível perceber uma mudança na postura das crianças, algumas que inicialmente demonstraram medo passaram, depois da observação e da mediação dos adultos, a demonstrar curiosidade e interesse pelo animal.

Assim, os dois primeiros encontros foram fundamentais para dar início ao projeto “DO CAMPO A MESA”:PEQUENOS CIENTISTAS DA TERRA. As atividades permitiram conhecer os conhecimentos prévios das crianças, estimular a curiosidade, promover a exploração sensorial dos alimentos, investigar sua origem e estabelecer relações entre os alimentos naturais, os produtos industrializados, a alimentação saudável e os seres vivos presentes na natureza.

As respostas apresentadas pelas crianças nesses primeiros momentos serão retomadas ao longo do projeto, possibilitando comparar suas ideias iniciais com os novos conhecimentos construídos durante as próximas intervenções e compreender, de forma progressiva, os caminhos que os alimentos percorrem desde a natureza até chegarem à nossa mesa. 









1º ENCONTRO – INVESTIGANDO DE ONDE VÊM OS ALIMENTOS (Thauan, Rosemeire)



 No dia 17 de agosto de 2026, demos início ao nosso projeto de intervenção intitulado “DO CAMPO A MESA”:Pequenos Cientistas da Terra. Para esse primeiro encontro, nosso objetivo foi investigar os conhecimentos prévios das crianças sobre os alimentos, despertando a curiosidade e incentivando a observação e a investigação a partir de elementos presentes no cotidiano.

Para iniciar a atividade, levamos uma caixa contendo diferentes frutas, verduras, legumes e outros alimentos, como aipim, tomate, maçã, batatinha, milho, cebola, quiabo, laranja, limão e chuchu. Cada criança foi convidada a retirar um alimento de dentro da caixa. À medida que os alimentos eram retirados, realizávamos perguntas para incentivar a participação e conhecer as ideias das crianças, como: “O que é esse alimento?”, “Vocês já comeram esse alimento?”, “De onde ele vem?” e “Será que ele já nasce assim, pronto?”.

As respostas foram bastante interessantes e revelaram diferentes conhecimentos e hipóteses sobre a origem dos alimentos. Algumas crianças disseram que os alimentos vinham do mercado; outras responderam que vinham da plantação, da feira ou da árvore. Também percebemos que algumas crianças não conheciam determinados alimentos.

O aipim, por exemplo, não era conhecido por algumas crianças. Nesse momento, conversamos sobre a mandioca e sobre alguns processos pelos quais ela passa para a produção da farinha. Explicamos que a mandioca precisa ser preparada e levada à casa de farinha, onde passa por diferentes etapas. A professora Tailane também contribuiu com a explicação, mencionando a utilização da prensa e relacionando aos povos indígenas. Conversamos ainda sobre o processo de peneirar a farinha, separando as partes mais grossas das mais finas, dando exemplos para ver se eles conseguiam descobrir o nome.

O quiabo também despertou curiosidade. Algumas crianças disseram que já haviam comido, mas não sabiam dizer o nome do alimento, falaram até que era uma pimenta. O mesmo aconteceu com o chuchu, que algumas crianças já conheciam por terem consumido, mas não conseguiam identificá-lo pelo nome.

Durante a dinâmica, as crianças puderam observar, tocar, apertar e sentir o cheiro dos alimentos, explorando suas características por meio dos sentidos. A participação foi bastante significativa, pois demonstraram curiosidade, interesse e entusiasmo durante a atividade.

Após a exploração dos alimentos, construímos coletivamente um cartaz com o título “De onde vêm os alimentos?”. Levamos imagens de diferentes alimentos, como uva, maçã, brócolis, banana, entre outros, para que as próprias crianças participassem da construção do cartaz, realizando as colagens.

Enquanto construíamos o cartaz, registramos as respostas apresentadas pelas crianças sobre a origem dos alimentos. Entre as hipóteses mencionadas estavam “da árvore”, “da plantação”, “do mercado”, “ do mato” e “da feira”. Esse registro foi importante porque possibilitou conhecer as ideias que as crianças apresentavam naquele primeiro momento e que poderiam ser retomadas ao longo do desenvolvimento do projeto.

A intenção era, posteriormente, apresentar novas informações sobre quem produz os alimentos, onde são produzidos e quais caminhos percorrem até chegar à nossa mesa, podendo comparar os conhecimentos iniciais das crianças com aquilo que elas iriam aprender durante as intervenções.

Nesse primeiro encontro, participaram apenas seis crianças, pois essa foi a quantidade de crianças que compareceu à creche naquele dia. Mesmo com um número reduzido de participantes, a atividade foi bastante proveitosa e possibilitou observar os conhecimentos prévios das crianças sobre os alimentos, suas características e sua origem. 






Segunda Intervenção "A Terra que Alimenta"

Bolsistas: Kaemelly Santos e Mary Carla. 

Supervisora: Liliane Ramos.

No dia 18 de agosto de 2026, foi realizada a segunda intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do G4, tendo como proposta abordar a temática da reciclagem e da destinação correta dos resíduos. A intervenção teve como objetivo possibilitar que as crianças reconhecessem a importância da separação dos resíduos e desenvolvessem atitudes de cuidado com o meio ambiente, identificando diferentes tipos de materiais e compreendendo a forma adequada de descartá-los.

A intervenção teve início na brinquedoteca, onde as crianças assistiram ao vídeo “Reciclagem”, do grupo Show da Luna. Após a exibição, foi realizada uma roda de conversa, na qual as crianças foram convidadas a dialogarem sobre o que haviam observado e aprendido. Para estimular a participação, foram realizadas perguntas como: “O que vocês aprenderam com o vídeo?”, “Por que é importante reciclar?”, e “Quais materiais podem ser reciclados?”. A partir das respostas, foram retomadas questões relacionadas à separação dos resíduos e aos cuidados necessários para preservar o ambiente.

Em seguida, foram apresentados três tipos de resíduos: comum, papel e plástico, destacando suas características e as formas adequadas de descarte. Sendo a cinza destinada aos resíduos comuns, a azul aos papéis e a vermelha aos plásticos. As lixeiras foram decoradas com a participação das crianças, possibilitando também o reconhecimento e a associação das cores aos diferentes tipos de resíduos.

Para dar continuidade à atividade, foram impressas imagens de resíduos comuns, de papel e de plástico e individualmente, as crianças foram chamadas para escolher uma imagem e identificar em qual lixeira ela deveria ser colocada. Após a escolha, cada criança colou a imagem no espaço correspondente à lixeira, relacionando o resíduo à sua respectiva cor e tipo de descarte. Esse momento possibilitou a participação ativa das crianças, favorecendo o reconhecimento dos diferentes materiais, das cores e das formas adequadas de separação dos resíduos de maneira lúdica e significativa.

Alguns registros da atividade:



A atividade foi importante pois trabalhou a reciclagem de forma concreta e participativa, permitindo que as crianças não apenas ouvissem sobre a separação dos resíduos, mas também identificassem, classificassem e realizassem o descarte de diferentes materiais. A associação entre os resíduos e as cores das lixeiras também favoreceu o reconhecimento das cores, a atenção e a participação. Além disso, as lixeiras confeccionadas permaneceram na sala de aula após a intervenção, possibilitando que as crianças continuassem colocando em prática o que aprenderam sobre a separação adequada dos resíduos. Dessa forma, a proposta contribuiu para aproximar o aprendizado de situações presentes no cotidiano e para a construção de hábitos de cuidado e responsabilidade com o meio ambiente.










quinta-feira, 20 de agosto de 2026

3º Intervenção: Leitura do Livro “O Segredo de Santinha” e Produção Textual.

Escola : Rosalina Souza Binttecourt Supervisor : Edson Melo Coordenadora: Mariana Meireles Bolsistas : Cailane Vitória e Taiane Soares Agroe...