domingo, 26 de abril de 2026

Quebra-cabeça com mapa do continente africano - Anderson e Anna Paula

 

A nossa terceira intervenção aconteceu no dia 23 de abril, com o tema “quebra-cabeça do mapa do continente africano”, e como o próprio nome diz, trouxemos para os alunos o mapa do continente africano para ser montado em forma de quebra-cabeça, fizemos um tipo de gincana para que os alunos tivessem mais participação, pois percebemos que eles gostam de desafios e competições.

Separamos três grupos, a cada um, demos um material base com uma tabela contendo os 54 países do continente africano e curiosidades sobre eles e ao final da folha o mapa do continente com todos os países. Iniciaram com leitura coletiva de forma ordenada, separando as três folhas do material e fazendo revezamento da leitura. Lhes foi dado o comando de achar no texto a curiosidade citada sobre o continente estudado diante da leitura e ao final todos conseguiram identificar.

Posteriormente fomos para quadra e começamos a explicação da atividade, nela separamos os grupos afastadamente e demos as folhas contendo o mapa a ser montado. Iniciaram com muito entusiasmo, alguns tendo dificuldades de dividir a atividade por “medo de perder a competição”, então intervimos os orientando que o trabalho por ser coletivo precisava da ajuda de todos, sem exceção. Então vimos, inclusive, que se divertiram com a participação dos colegas e isso os ajudou a montar o quebra-cabeça com maior agilidade e precisão. Após terminarem de montar o mapa, identificaram cada país com escrita de seus nomes e fizeram pintura do mesmo. Os alunos com necessidades específicas participaram bastante da atividade e se sentiram totalmente parte dos grupos, foi muito bonito vê-los interagindo com seus colegas colando e pintando os países com autonomia. Ao final um deles até queria levar o trabalho do seu grupo para casa, de tão orgulhoso que estava do que havia construído.

Esta intervenção teve como objetivo trazer a conhecimento dos alunos a noção da grandiosidade do continente africano, para quebrar o estereótipo que o continente se restringe apenas ao país África, assim podendo ser melhor compreendida as dinâmicas das próximas atividades, já que, algumas falarão diretamente das culturas existentes nos países do continente, e compreender que existem tamanha diversidade é de extrema importância.

Nós enquanto mediadores ficamos satisfeitos com a atividade nas turmas, cada uma com alunos inteligentes e bem participativos que fizeram um ótimo trabalho em grupo, conseguiram compreender a proposta da atividade nos dando ótimo retorno de dedicação e trabalho coletivo.

Nossa segunda intervenção na escola Rosalina - Anderson e Anna Paula

 

No dia 09 de abril foi realizada a segunda intervenção com o tema “Escrita de conhecimentos prévios sobre África”, que como o próprio nome diz, teve como base os registros de seus conhecimentos prévios acerca do continente africano que foram descritos por textos e desenhos. Os alunos que dominam a escrita, fizeram textos ou descreveram elementos sobre o continente, e os que ainda não dominam a escrita, fizeram desenhos para evidenciar seus conhecimentos.

Após explicação sobre a atividade, distribuímos folhas de ofício para cada estudante e tiramos as dúvidas que surgiram de imediato. Ao decorrer da intervenção, os alunos tiveram dificuldades para fazer seus registros, o que nos espantou um pouco, saber que muitos não tinham bagagem alguma de conhecimentos sobre África nos fez perceber que ainda há faltas no currículo estudantil e ensinar sobre a origem dos povos que ajudaram a fundar este país é de extrema importância, pois a Lei 10.639/2003 não está sendo cumprida efetivamente.

Todos participaram da atividade, mesmo com todas as dificuldades, conseguiram realizar boas escritas e desenhos que representam o continente. Alguns descreveram muito bem sobre o tema, outros conseguiram apenas informações genéricas, enquanto uma parte não conseguiu desenvolver nada, apenas com o auxílio dos mediadores. Os registros foram sobre diversos assuntos, países e suas características, culturas, culinária, fauna, flora, esportes, religiões, dentre outros.

Alguns momentos nos fez refletir muito, como o fato de uma das alunas preferir não falar sobre seus desenhos, e ao perguntarmos de forma particular e respeitosa sobre, citou envergonhada que seus registros representavam Maria Navalha e Seu Zé Pilintra, ali já estava explicito que não era vergonha, mas medo de falar sobre entidades que fazem parte da religião que ela cultua e ser retalhada com repreensões desnecessárias que geralmente pessoas que são de religiões provenientes de matrizes africanas vivenciam cotidianamente.

Ao final da atividade, como de costume, sentiram vontade de apresentar suas obras, e fizeram de forma excelente. Alguns alunos com necessidades específicas tiveram vergonha de se expor para a turma, mas os mediadores com cuidado e incentivo os acompanhou na frente e os ajudou a apresentar seus desenhos. Os demais fizeram leituras e explicaram o que haviam desenhado e poucos preferiram não apresentar.

Essa atividade foi de extrema importância para conseguirmos compreender que é nosso dever enquanto educador quebrar esses estereótipos que ainda existem e resistem, e ao resistir, germina o racismo, e ele cresce, cria mais raízes e seus frutos apodrecem a humanidade.


Início das atividades na nova escola - Anderson e Anna Paula

 

No dia 12 de março de 2026, houve nossa primeira intervenção do PIBID, que deu início a sequência de atividades com o tema África em foco: conhecimento como base para ruptura de estereótipos, essa que foi realizada na Escola Professora Rosalina Sousa Bittencourt, localizada no bairro rodão, na cidade de Amargosa-BA. A atividade foi uma diagnóstica a partir do livro “Alafiá e a pantera que tinha olhos de rubi”, uma releitura da história original africana sobre o surgimento do fogo, contando com temas como religião e mitos regionais, esta que os estudantes fizeram leitura coletiva inicial com fragmentos do texto e explicação dos mediadores da atividade sobre as partes mais importantes da história para responder as questões da diagnóstica e tira-dúvidas sobre elementos e abordagens do livro.

Essa diagnóstica também teve adaptação para alunos com necessidades específicas, tendo seus conhecimentos avaliados a partir dos seus níveis de letramento. Estes que tiveram auxílio dos profissionais de apoio e dos mediadores para respondê-la.

No primeiro momento houve leitura coletiva, ficamos surpresos com a empolgação entre eles, um deles até ensaiou para quando chegasse sua vez, conseguisse ler bem. A maioria participou e interagiu na atividade, foi satisfatório ver suas partições e empolgação com a proposta. No momento de responder as questões tiveram dificuldade nas interpretativas e nas questões de português, enquanto as de matemática responderam sem muitas dificuldades.

Ao final da atividade fizemos as correções, vimos o quanto estavam orgulhosos de suas respostas. Isso contribuiu significativamente para a autoestima da turma com relação as suas capacidades enquanto estudantes.

A atividade teve como objetivo coletar informações acerca dos conhecimentos prévios dos estudantes, evidenciar a África como um lugar de cultura e introduzir a sequência das atividades sobre ancestralidade. Estes dados serão de extrema importância para trabalhar encima das dificuldades de cada aluno, possibilitando evoluções dos conteúdos aplicados.

sábado, 25 de abril de 2026

Segunda Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 15 de abril de 2026, foi realizada a segunda intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do G3, dando continuidade a temática “Sentindo as Emoções”.

A intervenção se iniciou com uma brincadeira utilizando imagens de expressões faciais. A partir dessas imagens, cada criança foi convidada a representar corporalmente as emoções apresentadas.

Felicidade- pular; Tristeza- bater o pé; Surpresa- bater palmas; Medo- abraçar um colega de sua escolha.







Algumas fotografias do dia:

A atividade foi realizada com o apoio de música ao fundo, favorecendo a expressão corporal, a percepção rítmica e a vivência das emoções. Com o aprendizado de associar o sentimento de medo a atitudes de acolhimento, afeto e segurança.

Primeira Intervenção- Kaemelly Santos

Temática: Sentindo as Emoções.

No dia 30 de março de 2026, foi realizada a minha primeira intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do G3, com o tema “Sentindo as Emoções”.

A intervenção teve início com uma roda de conversa, onde foram apresentadas imagens de diferentes expressões faciais, representando emoções como tristeza, alegria, raiva e surpresa. Esse momento foi fundamental para estimular o reconhecimento inicial das emoções, permitindo que as crianças identificassem e nomeassem sentimentos presentes no cotidiano.

Em seguida, foi proposta uma brincadeira de imitação, na qual cada criança foi convidada a reproduzir as expressões apresentadas.


A atividade foi feita com o uso de músicas relacionadas a cada emoção, tornando o momento mais lúdico e envolvente.

Para finalizar, as crianças participaram de uma atividade de expressão, realizando colagens em expressões desenhadas em papel metro.


                                     



segunda-feira, 13 de abril de 2026

2° Intervenção: Construindo uma Educação Antirracista no 4 ano.


Temática: Preconceito e Racismo

“A educação é a arma mais poderosa para combater o racismo.” — Nelson Mandela




Dia 10/04/2026 colocamos em prática a nossa segunda atividade do nosso projeto de intervenção, o tema trabalhado foi  Racismo e Preconceito. Decidimos realizar a atividade na biblioteca e fizemos uma roda, para que todos pudessem falar e expressar suas opiniões. 


1• Momento

A princípio retomamos alguns pontos da intervenção anterior para que eles conseguissem compreender e entender o que o racismo e o  preconceito podem causar na vida de uma pessoa. 

Trazemos algumas leis que são muito importantes, e explicamos sobre para as crianças. Depois da explicação fizemos uma dinâmica da folha de papel, que consistia em: Utilizar uma folha de papel para representar uma pessoa. Pedimos  para as crianças imaginarem que a folha era alguém, em seguida, sugerimos que cada criança expressasse palavras ofensivas para a folha. Conforme as crianças falavam, amassamos a folha até ela se transformar em uma bola. Depois, explicamos  que isso simbolizava como as pessoas podem se sentir deprimidas e tristes ao receberem ofensas, sobre a cor de sua pele, do seu cabelo. Depois pedimos  para que as crianças pedissem desculpas à folha, que então foi desamassada e devolvida à sua forma original. Por fim, perguntamos  se a folha voltou a ser como era antes ou se algo havia mudado. E surgiram várias respostas. As crianças refletiram sobre como, mesmo após pedir desculpas, a folha ainda estava diferente, e ressaltamos a importância de não falar algo que machuque ou ofenda os colegas.



Alguns registros















2• Momento


Nosso segundo momento foi marcado por reflexões sobre nossos costumes linguísticos e o peso que certas palavras e expressões carregam no dia a dia. A proposta consistiu em passar de mão em mão uma caixa intitulada “Reescrevendo nossos hábitos”. Dentro dela, havia frases como “A coisa tá preta”, “Mulata” e “Ovelha negra”, entre outras. Cada expressão vinha acompanhada de um pequeno texto explicando sua origem e os motivos pelos quais devemos evitá-la ou substituí-la em nosso vocabulário. O objetivo da atividade foi conscientizar os alunos sobre a presença de expressões racistas na linguagem cotidiana, além de oferecer alternativas linguísticas que promovam a inclusão e o respeito à diversidade.


Alguns registros 







  















3• Momento

Para finalizar a atividade, foi solicitado que cada aluno escolhesse uma das perguntas expostas no quadro para responder. Entre elas, destacavam-se: “Como você acha que podemos combater o racismo?”, “Qual é a cor do seu cabelo/pele?” e “Você conhece algum desenho com personagens negros?”, entre outras. Tais questionamentos foram elaborados com o intuito de promover a reflexão acerca dos espaços que vêm sendo ocupados pela população negra na sociedade, bem como estimular o reconhecimento e a valorização da própria identidade. Após o momento de compartilhamento das respostas, foi realizada a construção de um mural de frases antirracistas. Cada criança teve a oportunidade de expressar, por meio de palavras ou pequenas frases, seus aprendizados e percepções sobre o tema. Essa produção coletiva reforçou o compromisso com a promoção do respeito, da igualdade e da valorização da diversidade, consolidando a atividade como uma prática pedagógica significativa no âmbito da educação antirracista.















 A educação é a arma mais poderosa para combater o racismo.” — Nelson Mandela



sábado, 11 de abril de 2026

Inicio das intervenções 2026: Escrita e leitura em foco

    Na terça-feira, dia 7 de abril, nós Raissa Paixão e Kamille Vitória demos início às atividades de intervenção propostas no projeto Caminhos lúdicos para a alfabetização, que foram cuidadosamente pensadas e elaboradas a partir de duas semanas de observação na turma do 4º ano, sob a orientação da professora Fernanda, da Escola Dom Florêncio.

O primeiro momento da intervenção foi marcado por uma breve conversa com os alunos, na qual apresentamos o projeto e ressaltamos a importância da leitura e da escrita no cotidiano deles, buscando envolvê-los e despertar o interesse pelas atividades que seriam desenvolvidas ao longo do processo.

Em seguida, realizamos a leitura do livro “De passinho em passinho”, de Otávio Júnior. A leitura foi conduzida de forma dinâmica, incentivando a escuta atenta, valorizamos a participação e conduzimos um dos alunos para ler também. Após, promovemos uma roda de conversa sobre a história, onde alguns estudantes compartilharam suas interpretações, opiniões e impressões. 

Durante esse diálogo, também refletimos sobre a lição trazida pelo livro, destacando que as conquistas acontecem com paciência, que tudo tem seu tempo e que é importante ter persistência. Reforçamos ainda que todos são capazes de aprender a ler e escrever, e que estamos ali para apoiá-los nesse processo. Ainda, chamamos a atenção para a frase final da história, que transmite uma mensagem motivadora: “o céu não é o limite”, incentivando os alunos a acreditarem em seu potencial e em suas possibilidades de aprendizagem.

Prosseguindo à atividade, foi realizado um ditado de palavras, pensado como um momento diagnóstico e preparatório para as próximas intervenções. A proposta teve como objetivo observar o nível de escrita dos alunos, identificando possíveis dificuldades que serão trabalhadas nas atividades seguintes. 


Dando continuidade às atividades iniciadas na terça-feira, no dia 09 de abril, em uma manhã de quinta-feira, realizamos a segunda intervenção com a turma, retomando e aprofundando as propostas desenvolvidas anteriormente.

Inicialmente, foi solicitado que os alunos escrevessem em seus cadernos palavras do livro lido no encontro anterior. Após a escrita, iniciamos a correção coletiva no quadro, apresentando as palavras tanto em letra bastão quanto em cursiva, respeitando a especificidade de cada estudantes.

Ao mesmo tempo, buscamos incentivar a interação ativa por meio de questionamentos como: “Essa palavra está escrita corretamente?” e “O que precisa ser modificado?”, estimulando a reflexão sobre a escrita e a identificação de possíveis erros.

Na segunda parte da atividade, trabalhamos com palavras incompletas, que foram apresentadas no quadro. Os alunos foram convidados a participar,  tentando decifrar as palavras para completá-las, o que favoreceu a participação, o raciocínio e o envolvimento coletivo.


Por fim....

Esses momentos iniciais de intervenção foram fundamentais para conhecer mais profundamente as  necessidades da turma, possibilitando o planejamento de estratégias mais direcionadas. Seguimos, assim, com o compromisso de desenvolver práticas que incentivem a leitura e a escrita havendo a inclusão de todos.  


Registros: 






 

                      




















quarta-feira, 8 de abril de 2026

1º nossa primeira intervenção: "Pequenos Guardiões: Semeando o Futuro no Chão da Escola”.




 Primeiro encontro : Iniciar com uma "Trilha da Natureza" pelo pátio 07/04/2026. 



🌿 Diário de Classe: O Despertar dos Pequenos Guardiões da Natureza


Escola municipal dom Florêncio.

Data: 07 de abril de 2026

Turma: 1º Ano da Educação Infantil

Supervisora: Naíra .

Mediadores: Lais Nunes e Michael




O planejamento de um professor é como a própria natureza: vivo e adaptável. No dia 7 de abril, iniciamos o nosso projeto "Pequenos Guardiões da Natureza". O plano era uma trilha exploratória pelo pátio da escola, mas as nuvens decidiram regar a terra com uma chuva forte. Segurança em primeiro lugar! Mudamos a rota, mas não o propósito.


Se não podíamos ir até o pátio, trouxemos o pátio até os alunos. Levamos para a sala elementos reais: folhas, gravetos e pedras. O toque na textura da folha e o cheiro da terra molhada que vinha da janela criaram o cenário perfeito para a nossa conversa.


Pela janela, observamos a vegetação resistente à chuva e conversamos sobre a importância de cuidar do meio ambiente. Ficamos encantados com a percepção dos pequenos! Eles falaram sobre a importância da água, das árvores e o perigo do desmatamento. O recado foi claro: "Devemos cuidar da natureza, pois ela sempre nos dá um retorno."


Nossa proposta uniu o cuidado com o planeta ao desafio das letras. Após a explicação, os alunos tornaram-se criadores.


Criação Livre: Cada criança recebeu folhas de papel para desenhar elementos da natureza. Surgiram arco-íris, árvores frutíferas, rios e flores.


Investigação Linguística: Com o desenho pronto, o desafio era identificar:

• Com qual letra começa o nome desse desenho?

• Existem vogais ou encontros vocálicos (como o "ui" do arco-íris ou o "ei" do baleia/peixe) nessas palavras?


Expansão do Vocabulário: No quadro, eu e o professor Michael mediamos as descobertas. Ao desenharem uma Folha, eles logo associavam: "Pró, Formiga também começa com F!".


Mesmo sem o sol, o brilho estava nos olhos de cada aluno ao mostrar sua arte e sua descoberta letrada. Como o registro visual é fundamental em nossa prática, produzimos um vídeo especial documentando esses momentos de interação e as produções autorais da turma (preservando a imagem dos nossos pequenos guardiões).






Este foi apenas o primeiro passo. Saímos desse encontro com a certeza de que a alfabetização, quando regada com afeto e consciência ambiental, floresce muito mais rápido. A chuva nos acolheu em sala desta vez, mas o pátio nos espera para a próxima aventura!


quinta-feira, 2 de abril de 2026

1• Intervenção 2026 - Construindo uma Educação Antirracista

                               Temática: Consciência Negra 

No dia 30 de março de 2026 colocamos em prática o nosso projeto de intervenção intitulado: Diversidade, Identidade e Respeito: Construindo uma Educação Antirracista no 4 ano.
A proposta foi desenvolvida com a turma do 4º ano do Ensino Fundamental 1, tendo como foco a promoção de uma educação antirracista.
A nossa primeira atividade trabalhamos com a temática da consciência negra, um tema bastante importante para todos e principalmente as crianças. Iniciamos uma roda de conversa trazendo o contexto histórico da trajetória do povo negro, algumas revoltas, leis e a importância de Zumbi dos Palmares. Fizemos também a leitura do livro “ Zumbi, o menino que nasceu e morreu livre “, obra infantil escrita por Janaína Amado que conta, de forma simples e emocionante, a história de Zumbi dos Palmares.  
Após esse momento propomos uma canção por nome "Zumbi" de Caetano Veloso, que faz referência a Zumbi dos Palmares e à resistência negra no Brasil, onde as crianças cantaram, bateram palma e se divertiram bastante. 
Para finalizar, as crianças produziram uma linha do tempo, que retratava marcos importantes da história dos povos negros dentro do Brasil, dividimos em grupos e eles escreveram cada acontecimento e desenharam, com base na imaginação deles.
Essa atividade reforça a importância de reconhecer as lutas, a resistência e  valorizar a história e a cultura africana. 
Trabalhar a consciência negra não apenas no dia 20 de novembro nós faz reconhecer a              importância dos que vieram antes de nós.




                                                      Alguns registros desse momento!











Vídeos das crianças cantando a canção Zumbi de Caetano Veloso!

                                                               “Eu quero ver
                                                                 Eu quero ver
                                                                 Eu quero ver
                                                        Quando zumbi chegar
                                                         O que vai acontecer 
                                                                Eu quero ver”




REFERÊNCIAS:

AMADO, Janaína. Zumbi, o menino que nasceu e morreu livre. Disponível em: Zumbi - o Menino Que Nasceu Livre | PDF

Sexta Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 10   de junho de 2026 , foi realizada a sexta intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do  G3 , dando continuidade à temática ...