domingo, 31 de maio de 2026

Quinta Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 27 de maio de 2026, foi realizada a quinta intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do G3, dando continuidade à temática “Sentindo as Emoções”. A intervenção teve como objetivo promover o reconhecimento e a compreensão das emoções pelas crianças, incentivando a identificação dos próprios sentimentos em diferentes situações do cotidiano, por meio do diálogo, da reflexão e da representação das emoções, favorecendo o desenvolvimento socioemocional e a comunicação de seus sentimentos.

A atividade teve início com uma roda de conversa sobre as emoções, na qual foram apresentadas novamente à turma figuras representando diferentes sentimentos, como alegria, tristeza e raiva.

Em seguida, foi realizada uma dinâmica com uma caixinha de perguntas. Cada criança era convidada a retirar um papelzinho e, após ouvir a pergunta, deveria apontar qual emoção sentiria naquela situação. As perguntas abordavam situações do cotidiano infantil, como: “Como você fica quando as professoras chamam sua atenção?”, “Como você se sente quando consegue realizar as atividades?”, “Como você fica quando alguém não quer brincar com você?”, “Como você se sente brincando com seus amiguinhos?”, “Como você fica quando chega a hora de ir embora?” e “Como você está se sentindo hoje?”.

Durante a dinâmica, além de identificarem as emoções correspondentes a cada situação, as crianças foram incentivadas a explicar os motivos de suas escolhas. Por meio de questionamentos sobre o porquê de se sentirem daquela forma, foi possível promover momentos de reflexão e diálogo, favorecendo a expressão de sentimentos e a ampliação da compreensão sobre as próprias emoções.

A atividade foi importante pois proporcionou momentos de diálogo e escuta, permitindo que as crianças compartilhassem suas experiências e refletissem sobre suas emoções. Além disso, reforçou a importância de trabalhar a educação emocional na Educação Infantil, contribuindo para que as crianças desenvolvam gradativamente o autoconhecimento e aprendam a expressar seus sentimentos de forma mais consciente.

Algumas fotografias do dia e dos materiais utilizados:



segunda-feira, 25 de maio de 2026

4° Intervenção - Raissa e Kamille


Em uma Terça-feira, dia 19/05/2026 executamos  nossa 4ª intervenção do PIBID, com a proposta de um bingo pedagógico voltado para o reconhecimento e a compreensão das sílabas complexas, especialmente dígrafos e encontros consonantais. A atividade teve como objetivo fortalecer a leitura, a escrita e a participação coletiva de forma dinâmica e interativa.


Algumas das cartelas do bingo pedagógico: 

 

 



Inicialmente, conversamos com a turma sobre o que são dígrafos e encontros consonantais, explicando suas diferenças e apresentando exemplos presentes no cotidiano das crianças. Após esse momento, entregamos cartelas de bingo vazias para que cada estudante pudesse preenchê-las com sílabas complexas trabalhadas durante a explicação.
Em seguida, demos início ao bingo, onde a cada rodada, uma sílaba era sorteada e coletivamente, as crianças precisavam pensar e falar palavras que continham aquela sílaba. As palavras citadas pela turma eram escritas no quadro e a partir delas realizávamos juntos a identificação: se tratava de dígrafo ou encontro consonantal, organizando-as no lado correspondente do quadro.

     




Reflexão: 

Como reflexão final, a intervenção evidenciou a importância das atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem, essa atividade do bingo pedagógico possibilitou que os estudantes participassem ativamente da construção do conhecimento, tornando o momento mais dinâmico, interativo e significativo, favorecendo a compreensão dos dígrafos e encontros consonantais de forma leve e colaborativa, estimulando a oralidade, o raciocínio e a participação. Além disso, os momentos de formação das palavras e identificação das sílabas contribuíram para fortalecer a aprendizagem e o envolvimento dos estudantes com o conteúdo trabalhado.

3° Intervenção - Raissa e Kamille

Nos dias 28 e 30 de abril, realizamos mais uma intervenção do PIBID na turma do 4º C da Escola Municipal Dom Florêncio, a partir da leitura do livro Amoras de Emicida. 

A proposta teve como objetivo trabalhar questões relacionadas à identidade, autoestima e pertencimento, incentivando as crianças a refletirem sobre si mesmas, suas características e a importância de valorizar quem são.

Nessa terceira intervenção do dia 28/04/2026 realizamos a leitura da história e uma conversa inicial sobre os temas abordados no livro. Em seguida, propusemos a atividade “Quem sou eu?”, na qual as crianças produziram desenhos representando seus gostos, sentimentos, características e a forma como se enxergam.                                              

                                                               Algumas produções: 

                                                                                                                                                                                                                    
                                                                    

                                                     

Já no dia 30 de abril, retomamos a leitura e realizamos uma roda de conversa com perguntas como: “O que torna cada pessoa única?”, “Devemos ter orgulho de quem somos?”, “É importante respeitar as diferenças?” e “A escola pode ajudar na construção da nossa identidade?”. A partir das respostas da turma, construímos coletivamente uma nuvem de palavras com características, sentimentos e elementos mais destacados pelas crianças.



Reflexão: 

Mesmo com alguns desafios relacionados à dispersão e à participação em determinados momentos, os encontros proporcionaram espaços de diálogo, escuta e expressão, mostrando a importância de criar espaços acolhedores dentro da sala de aula, nos quais cada criança possa se sentir representada, respeitada e valorizada em suas diferenças. Com a intervenção, buscamos incentivar o reconhecimento valorização da sua identidade, aprendendo a olhar para si e para o outro com mais carinho e respeito.




sexta-feira, 22 de maio de 2026

3º intervenção Laís e michel "Pequenos Guardiões: Semeando o Futuro no Chão da Escola”.

 🌱 Práticas Pedagógicas: O Plantio do Feijão e a Iniciação Científica no 1º Ano.

Data: Maio de 2026

Regentes: Lais Nunes e Michael

Turma: 1º Ano (Classe da Professora Naira)

Foco: Educação ambiental, cooperação, oralidade e introdução à investigação científica.


Como transformar conceitos complexos como ecologia e desmatamento em uma experiência palpável para crianças de seis anos? Na nossa terceira intervenção, eu e o professor Michael levamos a teoria para a prática da forma mais pura possível: permitindo que os alunos da professora Naira colocassem, literalmente, a mão na terra.


O grande objetivo deste encontro foi conectar o diálogo sobre a preservação ambiental ao ato concreto de gerar e cuidar de uma nova vida.


💬 Passo 1: Roda de Conversa e Conscientização

Antes de manipular os materiais, iniciamos o encontro com um momento de diálogo e escuta atenta. Provocamos a turma com perguntas sobre o cotidiano deles:


 "Alguém aqui já plantou uma sementinha ou ajudou a cuidar de uma planta?"

 "Por que as árvores e a natureza são tão importantes para nós?"

 "O que acontece com o nosso planeta quando as florestas são destruídas?"


🧪 Passo 2: O "Laboratório" de Plantio nas Mesas

Com o tempo reduzido, organizamos a dinâmica em formato de estações de trabalho rápidas e colaborativas. Passamos de mesa em mesa distribuindo os materiais e mediando o processo:

1 A Base: Cada estudante recebeu um copo descartável e, com a ajuda de uma colher, colocou a quantidade certa de terra orgânica no seu potinho.

2 A Semente: Entregamos exatamente três caroços de feijão para cada aluno, orientando-os sobre como acomodar as sementes na terra com cuidado.

3 A Vida: Passamos regando cada vasinho com água, explicando que aquele era o alimento inicial para despertar a semente.


Em conformidade com as diretrizes de proteção à imagem da instituição, não realizamos registros fotográficos dos rostos das crianças, focando nossa atenção pedagógica integralmente na execução da atividade.


📋 Próxima Etapa: O Diário de Bordo e o Mural dos Guardiões.


Este encontro foi a base para uma construção científica de longo prazo. Deixamos os feijões sob o cuidado da turma para que, no nosso quarto encontro, possamos introduzir o Diário de Bordo.


Nesta próxima etapa, as crianças vão analisar o desenvolvimento da planta através de desenhos e escritas espontâneas, registrando o passo a passo desse crescimento.


O objetivo final é coletar esses diários para confeccionar um lindo mural informativo na escola, mostrando a toda a comunidade escolar como é simples, divertido e vital cuidar da natureza a partir de casa.







2º intervenção: Práticas Pedagógicas: Alfabetização e Consciência Ecológica no 1º Ano





 Data: Abril de 2026
Nossa segunda intervenção: :Laboratório do Lixo
O que fazer: Separar as embalagens trazidas de casa nas cores da coleta seletiva.

Regentes: Lais Nunes e Michael

Turma: 1º Ano (Classe da Professora



Naira)

Foco: Classificação de resíduos, coordenação motora e ditado dirigido.



Como mediar a responsabilidade ambiental com crianças em pleno processo de alfabetização? Na nossa segunda intervenção, eu e o professor Michael levamos para a turma da professora Naira uma proposta que uniu o pensamento lógico-ecológico à escrita de palavras. O grande objetivo foi ensinar a diferenciação entre resíduos orgânicos, recicláveis e não recicláveis de forma tátil e visual.


✂️ Passo 1: O Desafio do Recorte e a Triagem Lúdica

Iniciamos a atividade distribuindo uma ficha impressa contendo três lixeiras ilustradas e, na lateral, uma aba com diversas figuras de objetos do cotidiano (como garrafas PET, cascas de banana, papéis e fraldas).

A dinâmica funcionou como um jogo de perguntas e respostas:

 Apontávamos para um objeto e perguntávamos: "Onde este item se encaixa?".

 Os alunos analisavam as opções e sinalizavam a lixeira correta.

 Após a validação, cada criança recortava a figura, passava a cola e fazia a colagem na lixeira correspondente.




 


Esse processo estimulou a coordenação motora fina e o julgamento crítico sobre o descarte correto.

✍️ Passo 2: O Ditado Dirigido no Quadro

Após a conclusão da colagem, transformamos a experiência prática em registro gráfico. Para sistematizar o vocabulário estudado, realizamos um ditado interativo no quadro:

1 Solicitamos que os alunos ditassem os nomes dos objetos que haviam colado (ganharam destaque termos como CASCA DE BANANA e GARRAFA PET).

2 Escrevemos as palavras no quadro em letras de forma (bastão) para que eles fizessem a cópia em suas fichas.

3 Durante a escrita, mediamos a análise fonológicas das palavras, chamando a atenção para as letras iniciais e o som das sílabas.


📈 Resultados e Feedbacks

Apesar de ter sido uma intervenção de curta duração, o retorno da turma foi extremamente positivo. O formato dinâmico manteve o interesse do 1º ano do início ao fim.

A atividade provou que o ensino de Ciências Naturais, quando associado a práticas de letramento e autonomia (onde o próprio aluno corta, cola e escreve), fixa o aprendizado de forma muito mais profunda na infância. Os pequenos deixaram a aula sabendo não apenas para onde vai o lixo, mas também como se escrevem os nomes daquilo que consumimos.



5° Intervenção: Cailane e Taiane

Os povos indígenas 



Vivemos em uma sociedade, em que abordar  o tema como: os povos indígenas está limitado apenas ao dia 19 de abril, porém sabemos que trabalhar a diversidade dos povos indígenas, suas culturas e tradições, fortalece a história desse povo que no passado foram bruscamente escravizados, mortos e tiveram sua identidade perdida. Quando trazemos esse conteúdo para sala de aula, estamos reconhecendo que os povos indígenas merecem ser lembrados todos os dias do ano. Nessa perspectiva, ajudamos os alunos a entender a real história, que o Brasil ele não foi descoberto e sim invadido pelos português. 

Nossa atividade foi dividida em dois momentos, o primeiro apresentamos um pouco do contexto histórico, culturas , tradições e linguagem dos povos originários. Também trouxemos a questão dos indígenas hoje em dia, que mesmo eles tendo acesso a tecnologias, vestes, não perderam suas raízes , essência e identidade. Tivemos também um jogo chamado de “ Batalha de adivinhar” onde tinham 4 imagens sobre os povos indígenas e eles teriam que adivinhar qual palavra a partir das imagens, foi um momento de muito aprendizado, descobertas e conhecimentos.

No segundo momento, trouxemos a relação que os indígenas têm com a natureza, destacamos que para eles a natureza é sagrada. A atividade consistia em fazer uma obra de arte a partir dos elementos da natureza, como: folhas, galhos, flores, entre outros. Foi um momento lúdico, interativo e as crianças fizeram lindas obras de arte a partir desses elementos.

Para  finalizar volto a frisar, a importância de abordar esse tema, desde a 1• série do fundamental, e em todo ano letivo, levando para as crianças essa cultura que é tão rica e diversificada, que é lembrada apenas no dia 19 de abril.

Abaixo, segue algumas fotos desse momento tão marcante e especial.


















































































































Obrigada e até a próxima intervenção!



quinta-feira, 21 de maio de 2026

terceira e quarta intervenção : Ana e Lara

 31 de março:

A segunda atividade ocorreu no dia 31 de março, dando continuidade à temática proposta. Para esse momento, desenvolvemos a dinâmica intitulada “Por fora, um desenho; por dentro, quem eu sou”.

Nessa atividade, os alunos foram convidados afazerem um autorretrato, representando, na parte externa do desenho, suas características físicas. Já na parte interna, registraram aspectos que mostram quem são de verdade, como sentimentos, qualidades, gostos pessoais, sonhos, etc.

A proposta teve como objetivo estimular a reflexão sobre a diferença entre aparência e essência, incentivando os estudantes a se reconhecerem para além do que é visível, valorizando sua individualidade, sua história e sua identidade. A atividade também favoreceu a expressão pessoal, a autoestima e o respeito às diferenças, fortalecendo o vínculo dos alunos com o tema trabalhado ao longo das intervenções.

7 de abril:

Demos continuidade à atividade iniciada no dia 31, que não pôde ser finalizada anteriormente. Fizemos uma breve retomada e, em seguida, solicitamos que cada aluno apresentasse seu desenho aos colegas, explicando o que representou no interior da folha e quais características pessoais colocaram para que os representassem.


       



  12 de maio:

No dia 12 de maio, realizamos uma aula especial com o tema Saberes Indígenas: jogos, brincadeiras, cantos e ritmos dos povos originários do Brasil, com o objetivo de promover o conhecimento, o respeito e a valorização da cultura indígena de forma lúdica e significativa.

Iniciamos com uma roda de conversa, na qual os alunos refletiram sobre quem são os povos indígenas, como vivem e como o brincar, o cantar e o jogar fazem parte de seus processos de aprendizagem e convivência. Em seguida, fizemos uma roda de música, com cantigas indígenas, realizamos a produção de petecas e fizemos pinturas corporais com tinta guache.





  








                                 

Sexta Intervenção- Kaemelly Santos

No dia 10   de junho de 2026 , foi realizada a sexta intervenção na Creche Tia Delcinha, com a turma do  G3 , dando continuidade à temática ...